Mais uma boa dica do nosso amigo TUCO
Como ele mesmo disse "SEGURA ESSA REPEATMODE...SONZERA DO C...."
Eu concordo ouve aí.
Mostrando postagens com marcador antigas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador antigas. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 12 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Não precisa de você.
Ah, eu gosto do som do Arnaldo Antunes - e acho essa aqui especialmente simpática, além de fazer sentido pra muitos de nós homens... hehehe
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
O idiota na colina
Nota pessoal: É em dias como hoje que essa música se torna um refúgio pra mim. Só não entendi ainda se eu assumo esse papel por uns dias ou se sou e serei o tal Fool on the hill por toda a minha vida. Acredito mais nessa segunda opção. Obrigado, fab four.
Divine to define...
Se isso não é uma performance ao vivo do caralho, não sei o que seria. Talking Heads, The great curve, Roma, 1980. PQP.
quinta-feira, 17 de março de 2011
The Black Crowes - Remedy
Falei que iria postar muito coisa do anos 90 né!?
Então vamos para mais uma. Sei que o Dudu e o Toxa (Paulo) não acham o melhor som deles e sei também que muitos consideram muito pop. Meu ipod parece que curtiu muito, deixei o dia inteiro no shuffle e ele já tocou 2 vezes a música (hehehe).
O que fazer então?
Colocar no #repeatmode
valeu ipod
Então vamos para mais uma. Sei que o Dudu e o Toxa (Paulo) não acham o melhor som deles e sei também que muitos consideram muito pop. Meu ipod parece que curtiu muito, deixei o dia inteiro no shuffle e ele já tocou 2 vezes a música (hehehe).
O que fazer então?
Colocar no #repeatmode
valeu ipod
St. Patrick's!!
Nada mais justo que colocar aqui um clássico do rock vindo da Irlanda: Thin Lizzy e sua grande versão para Whiskey in the jar, canção folclórica daquele país onde a data é comemorada com litros e litros de qualquer coisa que deixe bêbado - de preferência, pints e pints de Guinness. Enquanto não saímos do trabalho para tomar os nossos goles da deliciosa stout, vamos aquecendo os motores e homenageando a data aqui no blog!
Marcadores:
antigas,
clássicos,
Irlanda,
Saint Patrick's,
Thin Lizzy
Sonic Youth...
Mais uma banda dessas que quando eu começo a ouvir não paro mais. Rapidinho, um clássico: Bull in the heather, nervosinha, com a Kim Gordon nos vocais ainda na época sex symbol e a Kathleen Hanna (a própria, do Bikini Kill e posteriormente do Le Tigre) fazendo a delicinha doidona. Pra dar uma viajadinha pós-almoço!
quarta-feira, 16 de março de 2011
She's lost control
E não, ela não está descontrolada como nossas popozudas. Para Ian Curtis, a palavra era epilepsia mesmo. Pra quem não sabe, o cara sofria lancinantes ataques com uma frequência, digamos, "desagradável" - muitas vezes, seu jeito tresloucado de dançar no palco, copiado aqui pelo Renato Russo, não era senão uma sequência de convulsões ao vivo. Inspirado na desesperadora experiência de perder o controle sem perder a consciência - quem aqui já teve sabe do que eu estou falando - o cara escreveu esta que pra mim é a melhor música do Joy Division, uma sombria trilha para esta noite de quarta-feira.
Why do you hang around, you fucking Moz?
Há dois dias o Moz me atormenta com essa música direto na cabeça. O Moz me atormenta com essa música desde 1988. Eu só fui gostar de Smiths porque o Moz me enfiou essa música na cabeça. Essa música serve pra tudo, como costumam fazer as músicas do Moz (e dos Smiths, obviamente), como diz o Ed. Essa música é do c******. Antes que eu enlouqueça, posto aqui e vejo se me livro de tamanha assombração. Morrissey, Suedehead.
terça-feira, 15 de março de 2011
In my head
Pô, essa do Queens of the stone age é uma das minhas favoritas, e é a minha trilha sonora preferida pra pegar estrada, enfiar o pé e rezar pra São ABS em caso de necessidade. Não é pra menos que foi parar na trilha sonora do Need For Speed Underground 2 em seu tempo...
Luiz Felipe, born to be wild!
Uma pequena homenagem ao pequeno Luiz Felipe, filhote do brother Carlão e da Roberta, figurinha que veio à luz hoje pra ouvir muito rock'n'roll e causar mundo afora. Certamente, born to be wild! Parabéns ao casal e seja bem vindo, moleque!
As ondas suaves
Em tempos de tsunami, surge aqui a aveludada voz da Isobel Campbell, um pedacinho da formação original do Belle & Sebastian que deixou a banda para investir em carreira solo, sob o nome The Gentle Waves. Bem justo, por sinal, porque a música segue por aí. Tenho sorte de ter os dois primeiros CDs dela, que recomendo fortemente. Para essa madrugada, fica a dica aqui de uma das minhas favoritas - e provavelmente a mais conhecida (?) dela, Falling from grace... deixe-se levar, essa onda é suave e gostosa.
sexta-feira, 11 de março de 2011
El justiciero
Aaaah, Mutantes... e a gente baba tanto ovo pra tanta banda meia bomba por aí, tanto brasileira quanto - e principalmente - gringa. Sempre que pego pra escutar me toma uma manhã, uma tarde, quiçá o dia todo, e essa em especial me prende por horas a fio. Felizmente, tive a oportunidade de ver os caras em ação ao vivo, já sem a Rita Lee, mas ainda com o imenso Arnaldo Baptista no palco. Com vocês, El justiciero!
Quase um #postfriend
Bom, se a correria acaba atrapalhando nas ideias, os amigos sempre vêm socorrer. E aí o bom e velho Guty trouxe essa joia do Dog Eat Dog e pediu pra postar aqui e oferecer pro Tobias. Antes que alguém veja alguma viadagem nisso, explico: Tobias é o bulldog inglês do Dudu, e essa música é a cara dele.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Algumas conclusões pós-Carnaval
E eis que o blog volta vivo de mais um Carnaval, apesar de tudo e de todos... e com algumas conclusões básicas a compartilhar:
1. Internet nunca funciona quando a gente quer (daí a falta de atualizações no período)
2. Estamos ficando velhos demais pra isso
3. Funk não veio do Inferno, veio do fundo de uma fossa de decantação de esgoto
4. Carnaval seria muito mais divertido se as pessoas ouvissem isso aí em vez de funk e sertanejo:
1. Internet nunca funciona quando a gente quer (daí a falta de atualizações no período)
2. Estamos ficando velhos demais pra isso
3. Funk não veio do Inferno, veio do fundo de uma fossa de decantação de esgoto
4. Carnaval seria muito mais divertido se as pessoas ouvissem isso aí em vez de funk e sertanejo:
quarta-feira, 2 de março de 2011
The Widow
Musiquinha do Mars Volta que eu tô ouvindo insistentemente pra acordar aqui... e que além de sensacional tem esse clipezinho delicioso abaixo:
Que por sua vez me lembra esse trechinho de Salò, do grande Pier Paolo Pasolini
beijos meninas ;*
Que por sua vez me lembra esse trechinho de Salò, do grande Pier Paolo Pasolini
beijos meninas ;*
Mamonas Assassinas, sim!
Lembro exatamente do dia em que voltei ao Brasil após um mês fora, e quando saí o que fazia sucesso nas rádios rock de SP eram principalmente Raimundos e "This is a call", do primeiro CD do Foo Fighters. Na chegada, logo de cara, no táxi do aeroporto pra casa, uma imitação tosca do Roberto Leal gritava "raios!" e iniciava uma engraçada música sobre uma tal suruba na qual quem se fodia era o portuga.
Eu nem podia imaginar o fenômeno que surgia ali. Em seu curto período de existência, os Mamonas Assassinas tornaram-se um default em rádios e TVs brasileiras, com seu besteirol inegavelmente engraçado, arranjos descontraídos e guitarras, como não, pesadas. Gente que não acabava mais em shows por todo o país, ingressos esgotados em pouquíssimo tempo pra ver aqueles palhaços causando em palco.
O que nem todo mundo nota é que os caras têm uma série de influências bacanas entregues em suas músicas - The Clash e Rush apenas pra citar duas mais óbvias - além de umas letras que, por trás de toda palhaçada, fazem muito mais sentido do que cantam os Restarts da vida hoje em dia.
Enfim, hoje faz 15 anos que o avião dos caras se estabacou na Serra da Cantareira, transformando todos em carne moída como muitos de nós pudemos conferir naquelas fotos "traficadas" em disquetes 3 1/4. Fica aqui minha homenagem a esses tontos que fizeram multidões rirem com suas músicas, chorarem com suas mortes e, legado importante, introduziram muita molecada recém-saída da Xuxa ao rock'n'roll.
RIP Dinho, Bento, Júlio, Samuel e Sérgio. Vocês eram foda, e hoje são #repeatmode.
Eu nem podia imaginar o fenômeno que surgia ali. Em seu curto período de existência, os Mamonas Assassinas tornaram-se um default em rádios e TVs brasileiras, com seu besteirol inegavelmente engraçado, arranjos descontraídos e guitarras, como não, pesadas. Gente que não acabava mais em shows por todo o país, ingressos esgotados em pouquíssimo tempo pra ver aqueles palhaços causando em palco.
O que nem todo mundo nota é que os caras têm uma série de influências bacanas entregues em suas músicas - The Clash e Rush apenas pra citar duas mais óbvias - além de umas letras que, por trás de toda palhaçada, fazem muito mais sentido do que cantam os Restarts da vida hoje em dia.
Enfim, hoje faz 15 anos que o avião dos caras se estabacou na Serra da Cantareira, transformando todos em carne moída como muitos de nós pudemos conferir naquelas fotos "traficadas" em disquetes 3 1/4. Fica aqui minha homenagem a esses tontos que fizeram multidões rirem com suas músicas, chorarem com suas mortes e, legado importante, introduziram muita molecada recém-saída da Xuxa ao rock'n'roll.
RIP Dinho, Bento, Júlio, Samuel e Sérgio. Vocês eram foda, e hoje são #repeatmode.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
George Harrison, aquele Beatle (e muito mais que isso)
Hoje, George Harrison faria 68 anos se um câncer não lhe tivesse ceifado a vida em 2001. Guitarrista dos eternamente #repeatmode Fab Four, tem sua participação no sucesso da banda muitas vezes subestimada, como bem aponta nosso brother e beatlemaníaco Ed no #postfriend abaixo, nossa homenagem ao "quiet Beatle".
Como nota pessoal, posso dizer que ele foi responsável pela minha transição, ainda na infância, da fase "yeah yeah yeah" para a fase experimental-psicodélica dos Beatles, exatamente com essa composição muito bem escolhida pelo Ed para seu post. Ah, ao assistir, repare na bandinha meia-boca que interpreta o som nesse tributo.
(aliás, vai no blog do cara, linkado no nome dele abaixo. Histórias sensacionais da vida dele, do esporte - especialmente futebol de verdade e aquele rúgbi com proteções - e, é claro, muito Beatles)
-----------------------------------
#GeorgeHarrisonDay
por Edgar Poletti
Hoje faz 68 anos que George Harrison nasceu.
Beatle mais recluso, “mais espiritual” como muitos gostam de dizer, o que seja.
Mesmo não sendo o motor criativo dos Beatles, George, com seu jeito de tocar guitarra, seus solos curtos e marcantes, seu backing vocal e seus experimentos no estúdio – foi ele quem trouxe a cítara por primeira vez a uma música da banda, curiosamente “Norwegian Wood”, do Lennon – é tão responsável quanto John e Paul pelo sucesso da banda.
E ele fazia música também. De boa qualidade.
No seu dia, nada melhor do que a sua melhor composição (na minha humilde opinião).
Música que Sir George Martin considerou “uma das melhores músicas de amor do século 20”.
Parabéns, George. Você faz muita falta.
(versão de Paul McCartney no tributo feito após sua morte, “Concert for George”, que conta também com Eric Clapton, um dos melhores amigos de George, o filho Dhani Harrison, Ringo Starr e outros. O solo é de Marc Mann, e o ukelele, que Paul toca no começo da música, era uma paixão para George)
Como nota pessoal, posso dizer que ele foi responsável pela minha transição, ainda na infância, da fase "yeah yeah yeah" para a fase experimental-psicodélica dos Beatles, exatamente com essa composição muito bem escolhida pelo Ed para seu post. Ah, ao assistir, repare na bandinha meia-boca que interpreta o som nesse tributo.
(aliás, vai no blog do cara, linkado no nome dele abaixo. Histórias sensacionais da vida dele, do esporte - especialmente futebol de verdade e aquele rúgbi com proteções - e, é claro, muito Beatles)
-----------------------------------
#GeorgeHarrisonDay
por Edgar Poletti
Hoje faz 68 anos que George Harrison nasceu.
Beatle mais recluso, “mais espiritual” como muitos gostam de dizer, o que seja.
Mesmo não sendo o motor criativo dos Beatles, George, com seu jeito de tocar guitarra, seus solos curtos e marcantes, seu backing vocal e seus experimentos no estúdio – foi ele quem trouxe a cítara por primeira vez a uma música da banda, curiosamente “Norwegian Wood”, do Lennon – é tão responsável quanto John e Paul pelo sucesso da banda.
E ele fazia música também. De boa qualidade.
No seu dia, nada melhor do que a sua melhor composição (na minha humilde opinião).
Música que Sir George Martin considerou “uma das melhores músicas de amor do século 20”.
Parabéns, George. Você faz muita falta.
(versão de Paul McCartney no tributo feito após sua morte, “Concert for George”, que conta também com Eric Clapton, um dos melhores amigos de George, o filho Dhani Harrison, Ringo Starr e outros. O solo é de Marc Mann, e o ukelele, que Paul toca no começo da música, era uma paixão para George)
Marcadores:
antigas,
Beatles,
George Harrison,
homenagem,
PostFriend
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Charlotte Sometimes
A música e não a banda foi o título desse post. "Charlotte Sometimes" é uma música fantástica (me empolguei?), para resumir um som muito fod***** . Agradeço aqui irmã e primos mais velhos pela boa influência musical.
E por que a música e não a banda?
Gente, gosto muito do The Cure, mas acho que eles merecem um outro post futuro para falar melhor sobre os caras. E a música do post é um momento muito #repeatmode, ouvi umas 10 vezes hoje e achei que era hora (ok, é o som que mais curto do The Cure).
Quem conhece > play, quem nunca ouviu eu acho que chegou a hora.
Boa noite.
E por que a música e não a banda?
Gente, gosto muito do The Cure, mas acho que eles merecem um outro post futuro para falar melhor sobre os caras. E a música do post é um momento muito #repeatmode, ouvi umas 10 vezes hoje e achei que era hora (ok, é o som que mais curto do The Cure).
Quem conhece > play, quem nunca ouviu eu acho que chegou a hora.
Boa noite.
Assinar:
Postagens (Atom)